Disjuntor DR – O que é e como funciona

Qual é a função do disjuntor DR?

O DR é um Dispositivo fundamental que faz a detecção de corrente de fuga, quando ocorre o contato indireto ou direto, essa fuga faz o desligamento rápido do disjuntor automaticamente impossibilitando que a animal ou pessoas fiquem presos na fonte que está causando o choque. Em muitos sites na internet
possui a informação que o choque é totalmente evitado, no entanto a pessoa sente um leve choque, só não é mais grave porque o DR desarma antes que possa ocasionar um problema maior.

Contato direto: O animal ou pessoa encosta um condutor eletricamente carregado que está funcionando normalmente.

Contato indireto: É quando uma animal ou pessoa encosta em algo que naturalmente não conduz eletricidade, mas que se transformou em um condutor acidentalmente.

 

O diferencial residual (DR) o qual inclusive é intitulado como interruptor diferencial residual (IDR) é um equipamento de segurança indispensável em qualquer padrão de redes elétricas, entretanto nem todos utilizam. Saber efetuar a implantação de um dispositivo DR é necessário e deveria ser uma prática comum, contudo muitas pessoas ignoram esse importante dispositivo.

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O que faz o DR desarmar?

A fuga de corrente (o choque ou simplesmente um cabo desencapado encostando na estrutura metálica no telhado de uma casa, por exemplo) O que significa a palavra DR?

Diferencial Residual

Quando o uso do DR é obrigatório?

Conforme a NBR5410 o dispositivo DR é obrigatório e necessário desde 1997 segundo os casos abaixo::

1. Nos Locais que contenham banheiras ou chuveiros.
2. Nas Áreas externas à edificação.
3. Em tomadas em áreas internas que possam vir a ligar equipamentos na área externa.
4. Nas Cozinhas, copas, lavanderias, áreas de serviço, garagens e em áreas internas naturalmente sujeitas a lavagens ou molhadas.

Qual a diferença entre IDR e DR?

No Brasil é super comum observarmos as duas nomenclaturas DR e IDR, mas pode ficar tranquilo, pois DR e IDR possuem o mesmo objeto,essa variação de nomenclatura é de acordo com o fabricante do produto.

O que é um DDR Disjuntor diferencial residual?

O DDR é um dispositivo de proteção que possui duas funções:

– Função de Disjuntor termomagnético
– Interruptor diferencial-residual (IDR)

Assim ele consegue atuar contra curtos-circuitos, sobrecargas e fugas de corrente.

Qual a diferença entre Disjuntor e Disjuntor DR?

Os disjuntores protegem os circuitos elétricos e são eles que você desliga quando precisa fazer alguma tipo de manutenção na rede elétrica. Quando um circuito elétrico recebe uma sobrecarga ou um curto-circuito, ocorre um aquecimento dos condutores e nesse momento o Disjuntor desliga automaticamente.

Já o Disjuntor DR ou IDR, como visto anteriormente desliga quando há uma fuga de corrente, um choque por exemplo.

Quais os tipos de DR?

Bipolar e Tetrapolar

Qual a diferença entre DR bipolar ou tetrapolar?

Nas residências você pode utilizar DRs de ambos os tipos (bipolares e tetrapolares):

DR bipolar: É recomendável utilizar em (circuitos únicos ou exclusivos) em áreas molhadas como chuveiros, fornos elétricos ou circuitos que exijam maior potência.

DR tetrapolar: É recomendável utilizar em circuitos com carga distribuída (vários circuitos) em áreas molhadas como circuitos de iluminação em área externa, tomadas de uso geral em banheiros ou na cozinha.

O que é um disjuntor DPS?

DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos) conhecido também como Supressor de Surtos e Protetor contra Surtos Elétricos.

Quando usar o DPS?

O DPS tem a função de proteger a rede elétrica ou equipamento contra uma sobre carga causada por um surto atmosférico externo (como um ráio por exemplo).

Incorporar vídeo

Pode usar Dr como disjuntor geral?

Não, como visto anteriormente os dois possuem funções diferentes e devem ser instalados juntos, ou devemos instalar um DDR que possui duas funções em um único dispositivo.

Qual a diferença entre IDR e dps?

IDR – Dispositivo contra corrente de fuga que faz o desligamento rápido do disjuntor
DPS – Proteção contra sobrecarga causada por surtos atmosféricos

Como ligar um disjuntor DR bipolar?

Você deve alimente as duas fases no disjuntor por cima e o neutro ao barramento.

Como instalar um disjuntor IDR?

Realize a alimentação das fases e a do neutro por cima e saia com eles por baixo, ligue o neutro ao barramento.

Disjuntor DR preço

O preço varia entre 90 a 300 reais (depende do tipo e fabricante)

Considerações:

A determinação de segurança extra por dispositivo DR de alta sensibilidade emprega-se às tomadas de corrente nominal de até 32A.

Referente ao item quatro, é aceito a eliminação dos pontos os quais abasteçam dispositivos de luz instalados a ao menos dois metros e meio do solo.

O dispositivo DR pode ser usado por ponto, por circuito ou por grupo de circuitos.

A NBR 5410/97, regulamentação da ABNT a respeito das instalações elétricas de baixa tensão, determina a fragmentação dos circuitos de iluminação e tomadas em qualquer um dos modelos de construções e utilização, sem levar em consideração o lugar (quarto, sala, entre outros).

 Existem dois pretextos essenciais para esta imposição

O primeiro é que um circuito nunca deve ser prejudicado pelo defeito de outro, impedindo que, por circunstância de uma falha em circuito, toda uma região fique destituída de alimentação elétrica.

O segundo é que a fragmentação dos circuitos de iluminação e tomadas contribui, de maneira efetiva, na execução das medidas protetivas apropriadas contra choques elétricos.

Nestes casos, quase sempre é indispensável a instalação de um dispositivo DR nos circuitos de tomada. O que não ocorre com os circuitos de iluminação.

Em contrapartida com o que é capaz de semelhar, o crescimento de preço de uma instalação é praticamente impercebível no momento em que se isolam os circuitos de luz e tomadas.

Além disto, a progressiva assiduidade de dispositivos eletrônicos (computadores, videocassete, DVDs, reatores eletrônicos, entre outros. ) nas instalações causa um crescimento na presença de harmônicas nos circuitos. Abalando desse jeito a atuação integral da instalação.

Uma das orientações básicas no momento em que se trata de diminuir a intervenção gerada pelas harmônicas é isolar as cargas perturbadoras em circuitos separados dos outros.

A NBR 5410/97 requer inclusive que a fração mínima dos circuitos de luz seja de 1, 5 milímetros e a dos circuitos de força, os quais abrangem as tomadas, de 2, 5 milímetros.

Consequentemente, a determinação da norma de isolar os circuitos de luz e força possui intensa explicação técnica. Seja no concernente ao bom funcionamento da instalação, à proteção das pessoas ou à qualidade de energia no lugar.

 Zelos na utilização do DR

Na ocasião em que um disjuntor desaciona um circuito ou a rede total, a razão é capaz de ser uma sobrecarga ou um curto-circuito.

Desacionamentos constantes são vestígios de sobrecarga.

Neste caso, jamais substitua seus disjuntores por outros de corrente superior (amperagem maior).

Como norma, a substituição de um disjuntor por outro de corrente superior exige, anteriormente, a substituição dos fios e dos cabos elétricos por outros de seção (bitola) maior.

Da mesma maneira, em nenhuma circunstância desacione ou tire o dispositivo DR contra choques elétricos ainda que em circunstância de desligamentos sem razão evidente.

Caso os desligamentos sejam constantes e, particularmente, se as tentativas de acionar novamente a chave não possuírem sucesso, isto indica que a rede elétrica tem irregularidades internas.

A desativação ou retirada do interruptor indica a retirada de medida defensora contra choques elétricos e risco de vida para os utilizadores da rede.

Propriedades do Dispositivo DR

O dispositivo DR, módulo DR ou Disjuntores DR de corrente nominal residual até trinta mA. São designados primordialmente á proteção de pessoas.
À medida que correntes nominais residuais de 100, 300, 500, 1000 mA ou mesmo maiores a essas, são destinadas só a proteção patrimonial contra decorrências ocasionadas pelas correntes de fuga á terra, tais como gasto demasiado de energia elétrica ou incêndios.

 Como o aparelho trabalha

A soma vetorial das correntes que são conduzidos através dos condutores ativos no núcleo toroidal é quase de valor 0 (Lei de Kirchhoff).

Há correntes de fuga naturais não fundamentais. No momento em que ocorrer falha (corrente de fuga) a somatória será divergente de 0. Isto irá motivar no secundário uma corrente residual a qual ocasionará, por eletro magnetismo, o acionamento do dispositivo DR (desligamento do circuito).

Contanto que a fuga abranja a região de acionamento do dispositivo DR (em conformidade com a norma ABNT NBR NM 61008 o aparelho deve atuar entre 50 e 100
porcento da corrente nominal residual).

Dispositivo DR constata-se ainda como um dos muitos dispositivos a corrente de fuga. Possuindo como funcionalidade desacionar a central de abastecimento de energia elétrica, o dispositivo ou rede que ele resguarda, na incidência de uma corrente de fuga que ultrapasse um certo número.
Sua ação é ligeira, menor que 0, 2 segundos.

 Alternativa simples e de baixo valor

Esse dispositivo é instalado sem dificuldade diretamente no quadro de distribuição de energia elétrica. Os seus prós são tão essenciais que a Norma de instalações elétricas – NBR 5410 faz com que a sua instalação seja obrigatória nos alimentadores de regiões perigosas tais como: cozinhas, banheiros, áreas externa de casas, prédios públicos, supermercados, shoppings, hotéis e demais locais públicos e privados.

 Riscos prevenidos através dos dispositivos DR

  • Incidência de curto circuitos e perdas de energia potencializando o consumo.
  • Incidência de sobreaquecimentos com sérios agravos de aparelhos elétricos e ainda focos de incêndio.
  • Choque elétrico com paralisia total ou parcial dos movimentos ao longo da incidência. Sendo capaz desta paralisia provocar uma cadeia de fatos
    de maior seriedade: quedas, equívocos na condução de máquinas, etc…
  • Choque elétrico propiciando queimaduras que são capazes de ser graves ou ainda letais.
  • Choque elétrico causando fibrilação cardíaca.
  • Choque elétrico ocasionando parada respiratória com paralisia dos músculos torácicos encarregados pela respiração. Potencialmente letal na falta
    de amparo rápido e urgente.
  • Choque elétrico suscitando parada cardíaca.

 Sugestões na implantação de um DR

Antes de utilizar os equipamentos de teste, assegure-se que eles encontram-se funcionando. Efetue o teste em lugares de segurança com circuitos os quais você tenha noção de que estão ativos ou não.

Sugerimos que o disjuntor geral seja desativado e que você diga a todos ao redor que se encontram existentes na instalação que você vai estar atuando naquele lugar. Prevenindo desta maneira que nenhuma pessoa acione o circuito outra vez no mesmo momento em que encontra-se exercendo o serviço.

Ainda que em baixa tensão, um choque elétrico é capaz de ser mortal perante algumas situações. Por conseguinte, como sugestão, possua um cadeado, a fim de que seja capaz de trancar o medidor e nenhuma pessoa acione o circuito sem que você possua noção. Logo depois de ter desligado, assegure-se que o lugar em que vai ser posto o DR encontre-se sem energia.

Não execute a implantação do dispositivo DR numa caixa para a qual não foi planejada ou não suporte a quantia precisa de componentes. Execute o dimensionamento anteriormente!

Se estiver hesitante relativo as orientações passadas, não execute coisa alguma.

 Materiais e equipamento

É fundamental utilizar as ferramentas corretas consoante a sua funcionalidade. Logo use materiais e equipamento de ótima procedência e qualidade com o intuito de diminuir os riscos ao longo da implantação. Isto colabora para uma implantação com qualidade e melhor acabamento. Para efetuar a implantação vai ser necessário:

  • Interruptor diferencial residual (IDR)
  • Cabos
  • Etiquetas
  • Alicate desencapador
  • Alicate de corte
  • Chave de fenda ou “Philips”
  • Chave de teste
  • Multímetro

  Executando a implantação do dispositivo DR

Caso esteja adicionando o DR num quadro de distribuição de circuitos (QDC), veja a posição dos outros aparelhos, em que parte é entrada e saída. Isto manterá um critério de planejamento, diminuindo as possibilidades de enganos. A mesma coisa terá que ocorrer caso seja executada uma nova implantação no QDC.

Realize a fixação dos aparelhos segundo o seu padrão. De maneira que o dispositivo DR venha a ser alimentado por cima e suas saídas por baixo, conservando a uniformização e obedecendo certa ordem. A mesma coisa tem que ocorrer caso seja colocado mais dispositivos DR.

Com a ajuda de um alicate decapador, desencape os fios condutores e realize a alimentação do equipamento. Não há polaridade específica para o DR, a única explicitação é em qual lugar vai ser inserido o cabo neutro. Entretanto geralmente aconselhamos preservar um parâmetro de alimentação dos elementos.

Nesse sistema o fio condutor neutro é conectado num DPS e logo em seguida também é procedente para o DR. O neutro sai do Diferencial Residual e é vinculado diretamente no barramento de neutro.

Todos os fios condutores precisam ser bem presos. Realize um teste puxando um pouco os cabos. Desta maneira você constata se eles estão efetivamente bem fixados aos bornes. Antes de fechar o QDC acione os circuitos. Efetue os testes para averiguar se tudo vai bem e se não existe nenhuma falha.

Saiba um pouco sobre NBR5410

A NBR 5410 estabelece as requisições mínimas necessárias para o primoroso desempenho das instalações elétricas de baixa tensão garantindo assim a segurança de profissionais, bens e animais. Correntemente, a norma NBR5410 será exercida para instalações elétricas de edificações, residencial, comercial, público, industrial, de serviços, agropecuário, hortigranjeiro, etc. É um entendimento entre os profissionais da eletricidade que a norma NBR 5410 e é muito relevante para a sequencia das atividades profissionais.

Gambiarras em Instalações Elétricas

A segurança das instalações elétricas de residências, prédios, empresas, casas noturnas, bares, shoppings, dentre outros imóveis, residenciais ou não, são de suma responsabilidade de seus donos, e também dos profissionais que ali atuam.

Todos nós utilizamos eletricidade, portanto é preciso estar de olhos bem abertos a quaisquer problemas ligados as instalações – e eles não são poucos – mas podem passar completamente despercebidos, caso não se observe no dia a dia, as condições reais em que se encontram.

Tomadas escurecidas; aparelhos eletrônicos com sintomas estranhos – como aquecimento fora do normal; luzes que não acendem de forma correta – ou estão com pouco poder de iluminação; cheiro de plástico queimado em casa, dentre outros, são alguns dos sintomas de as coisas não vão bem. Que tal chamar um bom eletricista, antes que aconteça algo pior? É uma saída boa e sensata.

O barato que sai caro

Como diria o nome de uma música infantil, do grupo Balão Mágico, dos anos 80, “Barato bom é o da barata”, apenas. Sim, não adianta procurar soluções que fujam as normas de proteção, como se estivesse fazendo uma “gambiarra”, que resolvesse provisoriamente o caso.

O melhor é procurar o serviço de um profissional sério, mesmo que o orçamento fique um pouco mais caro. Qual será sua recompensa? Um sono tranquilo, sabendo que sua família, seus funcionários, sua empresa, bem como qualquer outro bem de sua propriedade, estão protegidos por ótimas condições elétricas.

Pense nisso! Melhor gastar um valor considerável agora, do que ver seus sonhos virarem cinzas.

Aterramento

Muita gente não sabe, mas o aterramento elétrico é de extrema importância para uma residência ou estabelecimento. Sabemos que uma descarga elétrica de alta intensidade pode danificar inúmeros aparelhos responsáveis por tarefas essenciais em nossa casa. Mesmo assim, alguns pensam ser dispensável o aterramento e acabam pagando um alto preço por isso.
Mas então qual é a função desse aterramento elétrico?

De forma simples, podemos dizer que o aterramento tem três funções básicas: a primeira é a proteção da pessoa caso ela esteja em contato ou próxima a um aparelho com alta carga; a segunda função é a de descarregar qualquer carga estática acumulada em equipamentos ou objeto do gênero; por fim, se houver painéis eletrônicos e disjuntores no local, sua proteção será garantida, uma vez que a descarga será passada diretamente para o fio terra, responsável por dispersar a corrente para a terra.

Porém cabe ressaltar que há diferenças entre o fio terra e o neutro, portanto não os confunda. No primeiro não há corrente circulando, enquanto no segundo sim. O fio terra é um condutor construído através de uma haste metálica curta e que, por sua vez, não deve possuir corrente elétrica circulante. Agora imaginemos que você more em uma cidade gaúcha na qual a incidência de raios/ano nesse local chega a ser 5,18 milhões. Se você não pensar rapidamente em fazer aterramento em sua casa, com certeza não restarão muitos eletroeletrônicos em sua residência.

É importante entender também que fazer aterramento de forma incorreta e sem o trabalho de um profissional da área implicará conseqüências graves. Um sistema de aterramento malfeito é aquele em que não se escolhe corretamente o material da haste, fios ficam mal colocados etc. Isso poderá levar à queima de aparelhos de maneira irreversível.

Agora que você já sabe a função de um aterramento e que ele deve ser feito por especialistas, só resta a você tomar a decisão certa e fazer com que sua segurança e de seus aparelhos seja garantida. Às vezes é mais caro comprar tudo de novo e pagar um eletricista para refazer o sistema elétrico de sua casa do que simplesmente fazer o aterramento. E, se você é um profissional da área e deseja saber como fazer um aterramento inteligente, procure um bom curso de eletricista para se tornar referência no mercado.