Colesterol em Crianças? Causa, Diagnóstico e Tratamento

As pessoas adultas não são os únicos indivíduos atingidos pelo colesterol alto. As crianças ainda são capazes de possuir elevados índices de colesterol, o que tem a tendência de gerar problemas de saúde, particularmente doença cardiovascular. O colesterol alto ocasiona a acumulação de placas nas paredes arteriais que fornecem sangue ao coração e a outras partes do corpo. A placa é capaz de reduzir as artérias e obstruir o fluxo sanguíneo para o coração, suscitando problemas cardiovasculares e AVC’s.

O que motiva colesterol elevado em crianças?

Os níveis de colesterol de uma criança estão conectados, particularmente, a três fatores de risco:
Hereditariedade (transmitida de pai para filho), alimentação e excesso de peso.
Na maioria dos casos, crianças com colesterol elevado possuem pais que inclusive têm colesterol elevado.

Como o colesterol alto é constatado nas crianças?

colesterol-alto-criancas Profissionais de saúde são capazes de verificar o colesterol em crianças em idade escolar com um exame sanguíneo nada complexo. Fazer este exame é importante se houver uma história familiar intenso de enfermidade cardiovascular ou se um dos pais da criança tiver colesterol elevado. Os resultados do exame sanguíneo revelarão se o colesterol da criança é bem elevado. A Academia Americana de Pediatria recomenda que todas as crianças possam ser examinadas uma vez entre 9 e 11 anos e novamente, depois de crescidos, entre 17 e 21 anos.
O rastreio seletivo é sugerido para crianças com antepassados de colesterol alto ou gorduras no sangue, ou antecedentes de enfermidade cardiovascular prematura. O acompanhamento também é aconselhável em crianças de 2 a 8 anos que têm um índice de massa corporal (IMC) maior que o percentual 95 e em crianças mais crescidas (idades entre doze e dezesseis) com IMC maior em relação ao percentual 85 e que têm outros fatores de risco como a exposição ao fumo, diabete ou pressão alta.

Colesterol e a idade da criança

Para as crianças quantidade excessiva de peso ou obesidade e que têm um alto coeficiente de gordura sanguínea ou baixo nível de “bom” colesterol HDL, o controle de peso é o principal tratamento. Isto indica que a criança vai precisar fazer uma dieta otimizada, com acompanhamento de um nutricionista e aumento da prática de exercícios físicos.
Para crianças de 10 anos ou mais com níveis de colesterol extremamente altos (ou coeficientes elevados com histórico na família de enfermidade cardiovascular precoce), o tratamento com fármacos tem que ser levado em conta.

De que maneira o colesterol elevado em crianças pode ser tratado?

A forma mais indicada de cuidar do colesterol em crianças é com um plano de alimentação equilibrada e de exercícios que envolvam toda a família. As dietas têm que envolver a absorção de alimentos com baixa gordura total, gorduras saturadas, gordura trans e colesterol. A quantia de gordura total que uma criança consome deve ser 30% ou menos do total de calorias diárias ingeridas. Esta dica JAMAIS aplica-se às crianças menores de 2 anos.
A gordura saturada tem que ser mantida em menos de 10% das calorias diárias totais, ao passo que a gordura trans tem a necessidade de ser evitada. Para crianças do grupo de alto risco, a gordura saturada tem que ser restrita a 7% do total de calorias. Escolha uma variedade de alimentos com o intuito de que seu filho consiga adquirir todos os nutrientes que ele necessita.

Atividades físicas ajudam a reduzir o colesterol

A atividade física aeróbica usual, como ciclismo, corrida, caminhada e natação, é capaz de auxiliar a elevar os níveis de HDL (o “bom” colesterol) e minimizar a ameaça de doença cardíaca nas crianças.
Se a dieta e as atividades físicas não reduzirem o nível de colesterol de seu filho, ele pode necessitar tomar medicamentos, todavia para esse fim é essencial indicação médica.
O nível de colesterol das crianças precisa ser revisto e monitorado quando as variações na dieta começarem a ser efetuadas ou o tratamento iniciado, conforme sugerido pelo médico.

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